Um “tigre dente-de-sabre” de 37 milhões de anos acaba de ser leiloado

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Um esqueleto de quase 40 milhões de anos pertencente ao que é popularmente chamado de tigre-dente-de-sabre estará sob o martelo na próxima semana em Genebra, um ano após sua descoberta em um rancho americano.

O esqueleto, com cerca de 120 centímetros (quase quatro pés) de comprimento, deve render entre 60.000 e 80.000 francos suíços em um leilão em 8 de dezembro na cidade suíça.

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Os ossos originais são de um hoplófono. Não sendo estritamente um membro verdadeiro da família dos felinos, eles são um gênero extinto da família Nimravidae e andavam pela América do Norte.

Foto: (Reprodução/ Internet)

Esses mamíferos predadores extintos são comumente chamados de tigres dente-de-sabre.

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Medindo 40 cm de comprimento por 36 cm de largura, o fóssil do período Cretáceo tem 75 milhões de anos e vem das Montanhas Rochosas canadenses. Estima-se que alcance entre 20.000 e 30.000 francos suíços.

História versus arte

Foto: (Reprodução/ Internet)

Embora a mania dos dinossauros tenha começado nos Estados Unidos, ela cresceu na Europa nos últimos anos. A venda da próxima semana é a segunda vez que um leilão desse tipo é realizado na Suíça.

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Em setembro de 2019, o esqueleto de um dinossauro (Thescelosaurus neglectus), de 66 milhões de anos e três metros de comprimento, foi comprado por um colecionador residente na Suíça por 225.000 francos.

Foto: (Reprodução/ Internet)

Há debates acirrados quanto ao equilíbrio entre o valor científico de tais itens e seu valor no mercado aberto.

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Alguns paleontólogos insistem que os fósseis de animais ou plantas não são objetos decorativos para colecionadores, mas testemunham a evolução da vida na Terra e, portanto, objetos científicos que deveriam ser estudados e depois compartilhados com o público em museus.

Traduzido e adaptado por equipe Saibamais

Fonte: ScienceAlert

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