Plano de recuperação da rádio do Titanic gera um polemico debate sobre os restos humanos das pessoas que sofreram a tragédia

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Já se passaram tantos anos a tragédia do Titanic, todavia ainda nos aventuramos a procurar mais informações sobre o acontecimento. 

Até os dias atuais pessoas mergulham nos destroços do Titanic em busca de explicações, todavia até hoje ninguém encontrou restos mortais, segundo a empresa que coordena e detém os direitos de resgate do navio. 

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O plano de recuperar o equipamento de rádio do navio gerou um debate: o Titanic ainda pode conter restos mortais de passageiros e tripulantes que morreram mesmo depois de tanto tempo?

Plano de recuperação da rádio do Titanic gera um polemico debate sobre os restos humanos das pessoas que sofreram a tragédia
Sapatos de uma das possíveis vítimas do desastre do Titanic. O plano de uma empresa para recuperar o rádio do Titanic gerou um debate sobre se o famoso naufrágio ainda contém restos humanos. (Instituto de Exploração e Centro de Oceanografia Arqueológica / Universidade de Rhode Island / Escritório de Exploração Oceânica da NOAA via AP)

Advogados estadunidenses do governo trouxeram esse questionamento à tona na tentativa de bloquear o andamento da expedição que busca encontrar o rádio do Titanic, isso através de uma batalha judicial.

O corpo de advocacia cita que arqueólogos afirmam que existe a possibilidade de ainda ter restos mortais no local, todavia dizem que a empresa não leva esse importante aspecto em consideração.

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A empresa, RMS Titanic Inc., quer encontrar e expor a máquina de telégrafo sem fio do navio. Ele transmitiu as chamadas de socorro do transatlântico que estava afundando e ajudou a salvar cerca de 700 pessoas em barcos salva-vidas.

A RMS Titanic Inc. declarou que após cerca de 200 mergulhos, restos humanos provavelmente teriam sido notados.

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O real debate é sobre como as vítimas do Titanic deveriam ser homenageadas e se uma expedição deveria ter permissão para se aprofundar nessas questões que envolvem vidas perdidas e não somente busca de equipamentos que possam explicar o ocorrido.

Plano de recuperação da rádio do Titanic gera um polemico debate sobre os restos humanos das pessoas que sofreram a tragédia
Foto do Navio Titanic antes da maior tragédia divulgada e amplamente conhecida de naufrágio. (Instituto de Exploração e Centro de Oceanografia Arqueológica / Universidade de Rhode Island / Escritório de Exploração Oceânica da NOAA via AP)

Em maio, um juiz federal em Norfolk, Virginia, aprovou a expedição, porém o governo dos Estados Unidos entrou com uma ação judicial em junho.

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O presidente da RMS Titanic Inc., Bretton Hunchak, disse que a posição do governo é baseada na emoção e não na ciência.

O caso está pendente no Tribunal de Apelações do 4º Circuito em Richmond.

Traduzido e adaptado por equipe Saibamais

Fonte: APNews

 

 

 

 

 

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