Estudo em 19 países mostra que podemos lutar para obter alta absorção de uma vacina COVID-19

ANÚNCIO

Enquanto o mundo espera com a maior paciência possível que uma vacina COVID-19 se materialize, não faltam perguntas. Quando teremos uma vacina? Como será distribuído? Será tão eficaz quanto esperamos?

Em meio a essas incógnitas urgentes, há outra pergunta importante que precisamos fazer. Quantas pessoas escolherão receber vacinas contra o coronavírus quando estiverem disponíveis? A resposta pode surpreender você.

ANÚNCIO

Diante de um vírus tão mortal – uma pandemia sem precedentes na memória viva – seria fácil supor que os perigos claros e avassaladores do COVID-19 anulariam a relutância ou recusa das pessoas em se vacinar. Tal suposição estaria errada, no entanto.

Estudo em 19 países mostra que podemos lutar para obter alta absorção de uma vacina COVID-19
Foto: (Reprodução/ Internet)

O fenômeno antivacinação – chamado hesitação vacinal – é oficialmente considerado uma das mais terríveis ameaças à saúde global (e isso acontecia em um mundo pré-pandêmico).

Hoje, os riscos que vêm com a hesitação da vacina apresentam um problema ainda mais sério, e um novo estudo destaca a extensão do problema que enfrentamos.

ANÚNCIO

Veja também: Reguladores e especialistas dos EUA abordam questões polêmicas de estudos de vacinas

Em uma pesquisa global conduzida em junho envolvendo mais de 13.000 pessoas de 19 países, a maioria das pessoas indicou que seria muito ou pouco provável tomar uma vacina COVID-19 comprovadamente segura e eficaz. Essa é a boa notícia.

Estudo em 19 países mostra que podemos lutar para obter alta absorção de uma vacina COVID-19
Foto: (Reprodução/ Internet)

A má notícia é que a maioria das pessoas somava apenas 71,5% dos participantes da pesquisa. Em outras palavras, quase três em cada dez pessoas disseram que não tomariam a vacina (indicando recusa) ou eram neutras (indicando hesitação).

Fique por dentro: Será que algum dia chegaremos ao ‘Zero COVID-19’?

Ainda mais preocupante é que os 19 países pesquisados ​​pelos pesquisadores foram escolhidos por estarem entre as nações mais atingidas no momento da pesquisa em termos de números relatados de casos COVID-19.

Leia também: O que torna o SARS-CoV-2 muito mais infeccioso do que seu antecessor? Descubra

Contra o pano de fundo de toda essa hesitação, dúvida e confusão, os casos COVID-19 em todo o mundo ainda estão aumentando e os riscos são maiores do que nunca.

Traduzido e adaptado por equipe Saibamais

Fonte: ScienceAlert

ANÚNCIO