Demolição israelense desloca dezenas de palestinos na Cisjordânia.

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Mais de 70 palestinos , a maioria menores, na Cisjordânia ocupada ficaram desabrigados na maior demolição israelense de uma comunidade palestina em mais de uma década, segundo dados das Nações Unidas.

As forças de segurança destruíram 76 estruturas na comunidade beduína de Humsa al Bqai’a, no norte do Vale do Jordão, na terça-feira, deslocando pelo menos 73 pessoas, 41 delas crianças. O motivo alegadamente alegado foi a falta de licenças de construção. 

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Isso apesar das indicações das autoridades israelenses de que tais ordens seriam congeladas, dadas as implicações para a saúde que dificultam as medidas de distanciamento social e bloqueio em meio à pandemia do coronavírus. 

Demolição israelense desloca dezenas de palestinos na Cisjordânia.
Foto: (Reprodução/ Internet)

Frequentemente, essas demolições são consideradas ilegais segundo o direito internacional.

De acordo com dados compilados pelo OCHA, o escritório humanitário da ONU, a limpeza de terça-feira foi a maior demolição isolada desde 19 de julho de 2010, em termos de número de estruturas afetadas.

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Foi também a maior demolição em quatro anos em termos de número de desabrigados.

Demolição israelense desloca dezenas de palestinos na Cisjordânia.
Foto: (Reprodução/ Internet)

Além disso, 29 tendas e galpões que eram usados ​​como currais para ovelhas, três galpões usados ​​para armazenamento, nove tendas usadas como cozinha, 10 banheiros móveis e 23 tanques de água foram destruídos.

Mais de 30 toneladas de comida e água para os animais também foram destruídas.

Na quarta-feira, as famílias foram vistas tentando resgatar seus pertences dos destroços. Eles teriam recebido tendas da Cruz Vermelha e ajudados por ativistas, mas seu futuro permanece incerto.

Traduzido e adaptado por equipe Saibamais

Fonte: INDEPENDET

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