Com o coronavírus se espalhando em visons, as mutações do vírus podem ser aceleradas

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O Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças emitiu novas orientações para conter a disseminação do coronavírus entre visons e humanos, alertando que a transmissão de COVID-19 entre animais pode acelerar o número de mutações no vírus antes que ele volte para pessoas.

Em um comunicado na quinta-feira, o ECDC disse que quando COVID-19 começa a se espalhar em uma fazenda de visons, o grande número de infecções em animais significa que “o vírus pode acumular mutações mais rapidamente em visons e se espalhar de volta para a população humana”.

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No início deste mês, a Dinamarca relatou que 12 pessoas adoeceram com uma variante do coronavírus que apresentava alterações genéticas distintas também observadas no vison.

Com o coronavírus se espalhando em visons, as mutações do vírus podem ser aceleradas
Foto: (Reprodução/ Internet)

O país  – Dinamarca – começou a sacrificar milhões de visons no norte após relatos de infecção por COVID-19, e planeja sacrificar todos os 15 milhões de animais em fazendas dinamarquesas. Nacionalmente, pelo menos 216 das 1.139 fazendas de peles na Dinamarca foram infectadas com o coronavírus.

O coronavírus evolui constantemente à medida que se replica, mas, até o momento, nenhuma das mutações identificadas mudou nada sobre a transmissibilidade ou letalidade do COVID-19.

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É recomendado que os países adotem medidas de proteção nas fazendas de visons, incluindo teste de pessoas que trabalham nas fazendas e sequenciamento do vírus, se o resultado for positivo para COVID-19 essa pessoa deve ser afastada e averiguada.

Os animais também devem ser testados e medidas extras devem ser tomadas para prevenir a propagação do vírus dos visons para os humanos.

Traduzido e adaptado por equipe Saibamais

Fonte: APNews

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